sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Feliz-idade



Não consigo explicar!... é demasiado profundo para as palavras lá chegarem.

Só consigo sorrir, desde que acordo até sair de casa, desde que chego a casa até o João se deitar.

Ele faz-me feliz, muito feliz!

Carnavalascamente

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Nós

Eu, nas letras, eles, na minha Vida, nos meus sonhos!...

(Obrigado Faustino pela excelente ideia de cabeçalho)

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Quadradinho

Vim ver há quanto não não escrevia... 33 dias... demasiado tempo quando há tanto para contar!... Entre o (tanto) trabalho e as (ainda) arrumações da casa, evito sentar-me ao computador no final do dia, procurando estar com o João até ele se ir deitar. Depois quero reencontrar-me com a Ana e, mesmo que por breves minutos, abraçamo-nos no sofá antes de viajarmos para a terra dos sonhos.

Por vezes, quando me lembro de mim, abraço uma realidade mais calma, mais lenta, à procura daquele instante que me prende e surpreende... como "este" instante. Está tudo lá!... O que me importa cabe ali, num quadradrinho, numa trama de luz e sombras, de cores e cinzentos!...



(E sem compreender bem porquê, sinto o infinito da Vida!...)

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Passo-a-passo

Estou a adorar o João! Todos os dias ele renasce, reinventa-se, forma-se e deforma-se nem se dar conta! E nós, observadores de todas estas mutações, gozamos o dia-a-dia com um prazer imenso, infinito, desejavalmente eterno.

(Cresce João, mas devagar, sem pressas, para que possamos presenciar e sentir as tuas pequenas conquistas!).

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

12 anos passados!...

Não estive lá!... ou melhor... não fui! Mas encontrei-me, enquanto jantava no dia 13, a telefonar ao Trincão para lhe dar os parabéns pelos 12 anos passados desde que nos tornámos caloiros. Foi no decorrer do IV Celta - Certame Lusitano de Tunas Académicas. Estávamos no Sardinha Biba, era uma ou talvez duas da manhã e, juntos, soubémos (os cinco) que éramos caloiros, que faziamos parte deste grande grupo, a TUIST.

O telefonema foi curto mas transportou-me para lá, para Braga, para o frio invernoso que tantos anos senti, procurando na capa traçada um calor muitas vezes insuficiente, embora sempre reconfortante e insubstituível. Lembrei-me do Theatro Circo, onde o festival voltou (finalmente) a ter lugar, lembrei-me do Jolima, do Carandá, da Avenida da República, lembrei-me das gentes da terra, do sotaque minhoto, dos sorrisos contagiantes que pareciam gravados nas pessoas, afastando por segundos o frio e a chuva. Lembrei-me de tudo! Lembrei-me de mim, há 12 anos, aprendiz, novato, cheio de vontade de aprender a ser homem.

Hoje, fisicamente afastado, celebro intensa e apaixonadamente a vitória da TUIST - não só pelos prémios recebidos - que representam uma apreciação de um júri - mas principalmente pela vitória de ver novos e velhos a transpirar o êxtase e a emoção que tantas vezes senti, a comoção de estar bem em palco e de transmitirmos aos outros tudo o que nós próprios queremos sentir com as músicas que escolhemos tocar; a satisfação de estarmos fora do palco rodeados de amigos, da nossa e das outras Tunas, que por tantos anos nos acompanham, nos preenchem e completam.

Hoje, fisicamente afastado, sinto-me próximo, muito próximo, da TUIST que me acolheu e que me moldou, que me apresentou tantos dos meus amigos e que me ofereceu um interminável livro de memórias.

Obrigado TUIST!... Obrigado Tunos!