segunda-feira, 16 de março de 2009

Temperamentos



Foi muito perto do dia do segundo aniversário... algo aconteceu, sem darmos conta de como, nem onde!... (a transição terá sido rápida, pois não a vimos).

O João deixou de ser predominantemente bebé e passou a ser principalmente menino (sempre com rasgos temperamentais que o levam aos momentos de outrora).

Hoje o João está "crescido", tem vontade própria (e tanta!), mas com o jeito terno a que sempre nos habituou!...

quarta-feira, 11 de março de 2009

Que'ido diá'io...



Hoje quem esc'eve sou eu!

Este fim-de-semana estive com o Papá e a Mamã num hotel pequenino, o das casinhas de madei'a. Gostei muito de tudo, p'incipalmente das laga'tas pequenininhas que b'incavam à po'ta de nossa casa.

Fomos à p'aia e b'inquei na a'eia, a faze' escavações g'aaaaaaaaaandes.

Ob'igado Tio Tiago e beijinhos à Tia Do'a, ao Gonçalo e ao bebé Rod'igo.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Feliz-idade



Não consigo explicar!... é demasiado profundo para as palavras lá chegarem.

Só consigo sorrir, desde que acordo até sair de casa, desde que chego a casa até o João se deitar.

Ele faz-me feliz, muito feliz!

Carnavalascamente

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Nós

Eu, nas letras, eles, na minha Vida, nos meus sonhos!...

(Obrigado Faustino pela excelente ideia de cabeçalho)

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Quadradinho

Vim ver há quanto não não escrevia... 33 dias... demasiado tempo quando há tanto para contar!... Entre o (tanto) trabalho e as (ainda) arrumações da casa, evito sentar-me ao computador no final do dia, procurando estar com o João até ele se ir deitar. Depois quero reencontrar-me com a Ana e, mesmo que por breves minutos, abraçamo-nos no sofá antes de viajarmos para a terra dos sonhos.

Por vezes, quando me lembro de mim, abraço uma realidade mais calma, mais lenta, à procura daquele instante que me prende e surpreende... como "este" instante. Está tudo lá!... O que me importa cabe ali, num quadradrinho, numa trama de luz e sombras, de cores e cinzentos!...



(E sem compreender bem porquê, sinto o infinito da Vida!...)