segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

(Re)Ignição










Como um bom carro velho, o tempo que ele esteve parado na garagem não o estragou, e o rodar da chave e o roncar do motor logo fazem lembrar viagens e passeios de outrora. Hoje, enquanto deixo estas palavras digitais, recordo porque aqui deixava, em letras e imagens, tanto de mim...

PS: aqui me perpetuo e me preservo... aqui (docemente) envelheço e retrato o meu (querer) viver.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Tudo em aberto!...


(como é difícil saber o que vais ser…)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Encontro de irmãos


(para já, gostam um do outro!)

QUAAAC

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Prof. Pardalinho

Tive uma ideia... vou pedir ao meu Pai para voltar a escrever!



Papá, Papá, Papá, Papá

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Largar tudo e partir?...

Ultimamente não escrevo, pelo menos neste fórum de ideias que debato e discuto comigo, neste espaço tão privado mas partilhado com alguns...

Talvez seja o reflexo de tanto escrever, no trabalho, que me afasta das letras e das palavras sequenciais que, quanto juntas, tentam definir conceitos, ideias, momentos, sonhos.

Já nem sei o que escrever - ando numa pasmaceira emocional, à procura de uma saída para a felicidade! Não que seja infeliz - como poderia sê-lo com a Família que tenho, com uma mulher e um filho que me dão tanto e me preenchem tão grandemente?; como poderia sê-lo com a promessa de, em breve, voltar a ser Pai e colar ao meu peito a Vida que hoje cresce dentro da Ana?...

Mas ser Feliz, na insensata utopia da plena Felicidade, obriga-nos a olhar para os nossos sonhos e listar todos os que ainda não vivemos; obriga-nos a procurar, nas breves horas dos dias, a utilidade que queremos ter para a sociedade; obriga-nos a parar, a zelar, observar, respirar e sentir os momentos únicos que ou vivemos... ou perdemos!

E é este o ponto da minha luta, da minha zanga, do meu motim (ainda) controlado - quero ou não quero continuar assim?, num dia-a-dia acelerado, numa rotina morna, transparente, sem brilhos nem sombras, sem ferir nem curar?...

(...há tanto em jogo, algo tão maior do que eu...)

Como será viver naquele outro Universo, aquele que existe nos "ses" que se repetem e ecoam nos dias cinzentos?

Como será largar tudo e partir?... (e quem sabe encontrar-me?!?...)

João Bond - o regresso