segunda-feira, 27 de fevereiro de 2006

Noite à viiiiiista !...

São voltas, ai amor são voltas...
2006.02.27 19h59 @
Cabo Sardão, Odemira, Portugal

domingo, 26 de fevereiro de 2006

Sem destino

Vou para onde a maré me virar

2006.02.26 17h47 @
Vila Nova de Mil Fontes, Portugal

sábado, 22 de outubro de 2005

Quase no topo do... monte

Castelo Branco

2005.10.22 17h49 @
Castelo Branco, Portugal

quinta-feira, 25 de novembro de 2004

Unidos para sempre?!?

É estranho confrontarmo-nos com o final das coisas, ou simplesmente com a mais ténue ameaça de um desfecho não desejado.

Como funcionam os grupos? Como funciona o MEU grupo? Quem faz andar para a frente?, quem vai a reboque?, quando é que a estagnação é por demais evidente que o tempo parece não passar?

É realmente impossível pensar no dia em que não me será possível tocar a "Vida de Estudante" numa roda de pessoas, com os instrumentos mais ou menos orgulhosos sobre o peito e as cordas mais ou menos afinadas nos carrilhões. Os trastes por vezes estão gastos, as cordas esverdeadas de alguma oxidação, mas mesmo assim o resultado é música, é amizade, é convívio, ... sou eu!

Imagino-me repetidas vezes a voltar do trabalho, ir jantar a casa (beijo a Ana, beijos e agarro ao colo os filhos) e, para passar serão, levo os miúdos a um ensaio (ou apenas parte dele, para eles não se cansarem) da TUIST, onde consigo ainda acompanhar algumas das músicas enquanto sinto um misto de espanto e orgulho no que o «pai está a fazer»!... Pode ser uma ilusão, mas adoro projectá-la para o futuro, o meu futuro. Quero que eles conheçam os meus amigos, onde cresci (e cresço), onde vivi (e vivo), onde me tornei e volto a tornar Homem com o remar simultâneo de tantos braços e dedos e vocês a trabalhar como um mecanismo de um relógio ancestral, que espantosa e milagrosamente só se atrasa uns segundos por ano - e por isso, todos os anos é preciso olhar para ele, conhecer o atraso e corrigi-lo, dando-lhe de novo o dom da actualidade.

Não me imagino a voltar a casa e não ter Tuna, não ter TUIST, não ter essa parte do coração que tão bem sabe bombar o sangue para artérias jamais irrigadas. As memórias estão cá, mas precisam de calor continuado para que não sejam apenas memórias do passado, para que sejam cadeias de recordações de momentos e acontecimentos desde a minha génese tunal até ao presente, hoje, sempre.

Por vezes não sei o que tenho ou posso fazer, mas sei que tudo farei para não te perder. Este "ensaio" é apenas um começo, um desejo de presença e de concretização na construção de algo maior e melhor! Sei que quero estar unido para sempre a TI, a vocês, a esta parte de mim que faz tanto sentido e é tão grande que por vezes ocupa tudo o que eu sou!...

Comecei a escrever para mim, mas estas palavras só terão sentido se forem NOSSAS, do grupo, da TUIST.

Um por todos e todos p'la TUIST.

quinta-feira, 28 de outubro de 2004

Depois das tuas primeiras palavras!...

Mais uma vez a tua escrita é enriquecedora e esclarecedora das "coisas", como lhe chamas.

Cada vez me convenço mais que existimos para dar continuidade à espécie, para lermos o que os outros pensaram e fizeram e para, ao nosso jeito e maneira, deixarmos algumas interpretações e sensibilidades para que "os outros" nos possam conhecer, aos poucos, sem pressas. Tudo o resto é apenas isso, resto, acessório! Eu escrevo letras e palavras com a razão, escrevo luz com a sensação de quem abre os olhos saído da caverna e sequências de acordes com os sentimentos. Estes três ramos do tronco que hoje sou foram regados, adubados e podados ao longo de mim, dia após dia.

Se hoje penso, respiro e escrevo devo-o a vocês, que com paciência e alguma (nem muita nem pouca) disciplina me transmitiram conhecimento, cultura e valores, duma forma intensa e constante que jamais perderei.

Estas linhas não nossas, minhas e vossas, sem restrições! Não as vou esconder do mundo, mas também não as vou divulgar. Será um repositório de momentos e lembranças para um dia me lembrar do que fui, do que hoje sou.

Até breve, Pai e Mãe.

terça-feira, 19 de outubro de 2004

Até o meu pai se rendeu!...

Pois é, estou a mostrar ao meu pai como é que isto funciona... ele também quer escrever para o mundo - ou só para ele, quem sabe!

Mai nada! Modernices!...

P.S.: Parabéns, Vó!

quarta-feira, 30 de junho de 2004

Blogs há muitos, seu camelo!

É impressionante confirmar que o "Mundo" tem uma criatividade semelhante à minha, embora eu não possa revindicar a originalidade, dado que alguém foi mais rápido.

Por isso eu e o Eduardo fizemos uma tempestade cerebral (brainstorm, para os milhares de estrangeiros que se aquecem pelo nosso país). Eis o sumo expremido da laranja (não resisto a uma chalaça para com a Holanda, eheheh!):

# Blog dealer *
# Charlie Blog
# Brogadille Dundee
# Motherblog *
# Blog job * (é forte mas sem dúvida original)
# Bloggie lotion *
# Blog sobre o Tejo
# Blog FM
# Blogoscópio
# Blog and white *
# Blogota (na Colombia, claro está!)
# Blog, James Blog
# Diário de blordo

* (C) Eduardo

Fica para mais tarde! Agora... venho o CRM dos passageiros de transporte público urbano (ou qualquer coisa do género!). :D