terça-feira, 25 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Chicago by night

Ainda não faz um ano que estivemos lá, do outro lado, na outra "ilha".
Mas a sensação de conforto e pertença que sentimos continua a atrair-nos para de novo voarmos até lá, Chicago, Ann Arbor, ou em qualquer outra cidade onde nos sintamos estranhamente em casa.
(...)
A "bolha" no Millennium Park é fascinante, perturbante, inquietante ao ponto de querermos sair de lá e ficarmos sempre a olhar para trás, à procura de nós nos reflexos contorcionistas.
(E hoje, olhando para trás, sabemos que parte de nós ficou mesmo lá, impressa na bolha, na companhia de tantos outros afortunados errantes!...)
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Estoi tão feliz, Pad'inho
Este fim-de-semana foi de sonho, por vários bons motivos.
Primeiro (e claramente mais importante) aproveitámos ao máximo a presença e maravilhosa companhia do nosso (meu e do João) Padrinho - um fim-de-semana inteiro com o Filipe e a Ana como há muito nos fazia falta. O João e a Jeca são, igualmente, uma companhia maravilhosa.
O João deliciou-se com o Pad'inho (ou o Filipe, consoante o apetite circunstancial), e apesar de o ver poucas vezes por ano, lembra-se perfeitamente das brincadeiras que ambos têm e dos beijinhos especiais que o Padrinho dá e gosta de receber. A relação deles é a prova viva que o tempo que interessa é o tempo de qualidade, onde as relações se definem, onde os contornos são desenhados, como na primeira aula de natação que o Filipe 'ofereceu' ao João!...

A Pousada de Estoi é simples mas espectacular - não saímos da Pousada todo o fim-de-semana excepto para jantar. Tem duas piscinas exteriores (uma óptima para crianças, onde o João passou as manhãs e finais-de-tarde) mais uma piscina interior, numa sala com sauna, banho turco e chuveiro especial. Tem um bar no exterior, onde almoçámos saladas, tostas e hamburgueres. Tem ainda uma sala de crianças com um enorme vidro para o exterior, permitindo que se observa-se as crianças do lado de fora, ao Sol, no bem-bom Algarvio. O João adorou este espaço, com livros e brinquedos, e com um cavalete vestido de ardósia para ser riscado com vários paus de gis...

Cá fora, de braçadeiras (sem se queixar...), brincou na água sózinho, connosco e com outros meninos e meninas que partilhavam os raios de Sol e a brisa que se sentia. Por vezes tremeu de frio, mas sempre com aquela coragem infantil que o impele a continuar na água, com medo que, saindo, não possa voltar. Depois de algumas explicações mal-compreendidas, saída meio-à-força, era embrulhado na toalha para secar, depois ficava dois minutos a apanhar Sol e, com a pele notoriamente mais quente, atirava-se para a mini-piscina a que chamava 'sua'.

Valeu (e muito) este fim-de-semana! As saudades não acabarão (nunca acabarão!), mas ganhámos novas e intensas memórias que nos darão coragem para suportar os meses vindouros!
Padrinho... MUITO OBRIGADO!
Primeiro (e claramente mais importante) aproveitámos ao máximo a presença e maravilhosa companhia do nosso (meu e do João) Padrinho - um fim-de-semana inteiro com o Filipe e a Ana como há muito nos fazia falta. O João e a Jeca são, igualmente, uma companhia maravilhosa.
O João deliciou-se com o Pad'inho (ou o Filipe, consoante o apetite circunstancial), e apesar de o ver poucas vezes por ano, lembra-se perfeitamente das brincadeiras que ambos têm e dos beijinhos especiais que o Padrinho dá e gosta de receber. A relação deles é a prova viva que o tempo que interessa é o tempo de qualidade, onde as relações se definem, onde os contornos são desenhados, como na primeira aula de natação que o Filipe 'ofereceu' ao João!...

A Pousada de Estoi é simples mas espectacular - não saímos da Pousada todo o fim-de-semana excepto para jantar. Tem duas piscinas exteriores (uma óptima para crianças, onde o João passou as manhãs e finais-de-tarde) mais uma piscina interior, numa sala com sauna, banho turco e chuveiro especial. Tem um bar no exterior, onde almoçámos saladas, tostas e hamburgueres. Tem ainda uma sala de crianças com um enorme vidro para o exterior, permitindo que se observa-se as crianças do lado de fora, ao Sol, no bem-bom Algarvio. O João adorou este espaço, com livros e brinquedos, e com um cavalete vestido de ardósia para ser riscado com vários paus de gis...

Cá fora, de braçadeiras (sem se queixar...), brincou na água sózinho, connosco e com outros meninos e meninas que partilhavam os raios de Sol e a brisa que se sentia. Por vezes tremeu de frio, mas sempre com aquela coragem infantil que o impele a continuar na água, com medo que, saindo, não possa voltar. Depois de algumas explicações mal-compreendidas, saída meio-à-força, era embrulhado na toalha para secar, depois ficava dois minutos a apanhar Sol e, com a pele notoriamente mais quente, atirava-se para a mini-piscina a que chamava 'sua'.

Valeu (e muito) este fim-de-semana! As saudades não acabarão (nunca acabarão!), mas ganhámos novas e intensas memórias que nos darão coragem para suportar os meses vindouros!
Padrinho... MUITO OBRIGADO!
terça-feira, 23 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
Entre o nascer e o pôr-do-Sol
As férias sabem sempre a pouco!...

... e passam sempre a correr, em rápidos intervalos entre o nascer e o pôr-do-Sol, descontando ainda a necessária pausa para recarregar baterias na tão desejada (e necessária) sesta ibérica.

Sob os raios que escapam às nuvens, todo o tempo é aproveitado para ver as novas façanhas do João, as novas palavras, os truques, as manias e as teimas, as birras e os amuos. E é verdade que as birras são muitas - próprias da idade segundo as experiências relatadas nos livros - mas, feita a adição de todas as parcelas, o resultado é claramente positivo de tão rico, complexo e completo.

(...)
Na praia da Adraga, quase sempre coberta de nuvens, o João foi feliz!, correndo para longe dos pais (num assumido desafio e teste de auto-confiança), esgravatando na solta areia com a esperança infantil de encontrar os mais cobiçados tesouros ou de construir o maior dos castelos (embora as torres, edificadas com um só balde, durassem apenas segundos até conhecerem o poder destruidor da pá de brincar).

A água continua a merecer respeito e consideração, resultado prático de um ou dois pirolitos do passado. E, no último dia de praia, ao passar da "pocinha pequenina para a pocinha g'ande", a memória dos pirolitos foi reavivada, o que deverá originar uma extensão do período de cautela...

Tudo é motivo para fantasiar uma história, para inventar um novo "Princípe das Areias" que vai para a praia de "jipão" (as histórias são claramente condicionadas pelas experiências recentes e pelo parque automóvel observado à entrada da praia).

E enquanto o João brinca ao "faz-de-conta" nós, pais, ficamos atentos, imóveis, apenas capazes de sorrir ao ver o nosso "pequenino" a crescer, a definir-se, a ganhar uma forma ainda difícil de descrever de tão própria que é - não é minha nem da Ana, nem sequer uma reacção química dos nossos compostos... é dele, totalmente reinventada, criada de raíz, do nada, de tudo!
(...)
E é nesta perplexidade que as férias se tornam mágicas, felizes, ainda que as julguemos efémeras; é a descobrir no João a pessoa que todos, sem pressa, procuramos conhecer.

... e passam sempre a correr, em rápidos intervalos entre o nascer e o pôr-do-Sol, descontando ainda a necessária pausa para recarregar baterias na tão desejada (e necessária) sesta ibérica.

Sob os raios que escapam às nuvens, todo o tempo é aproveitado para ver as novas façanhas do João, as novas palavras, os truques, as manias e as teimas, as birras e os amuos. E é verdade que as birras são muitas - próprias da idade segundo as experiências relatadas nos livros - mas, feita a adição de todas as parcelas, o resultado é claramente positivo de tão rico, complexo e completo.

(...)
Na praia da Adraga, quase sempre coberta de nuvens, o João foi feliz!, correndo para longe dos pais (num assumido desafio e teste de auto-confiança), esgravatando na solta areia com a esperança infantil de encontrar os mais cobiçados tesouros ou de construir o maior dos castelos (embora as torres, edificadas com um só balde, durassem apenas segundos até conhecerem o poder destruidor da pá de brincar).

A água continua a merecer respeito e consideração, resultado prático de um ou dois pirolitos do passado. E, no último dia de praia, ao passar da "pocinha pequenina para a pocinha g'ande", a memória dos pirolitos foi reavivada, o que deverá originar uma extensão do período de cautela...

Tudo é motivo para fantasiar uma história, para inventar um novo "Princípe das Areias" que vai para a praia de "jipão" (as histórias são claramente condicionadas pelas experiências recentes e pelo parque automóvel observado à entrada da praia).

E enquanto o João brinca ao "faz-de-conta" nós, pais, ficamos atentos, imóveis, apenas capazes de sorrir ao ver o nosso "pequenino" a crescer, a definir-se, a ganhar uma forma ainda difícil de descrever de tão própria que é - não é minha nem da Ana, nem sequer uma reacção química dos nossos compostos... é dele, totalmente reinventada, criada de raíz, do nada, de tudo!
(...)
E é nesta perplexidade que as férias se tornam mágicas, felizes, ainda que as julguemos efémeras; é a descobrir no João a pessoa que todos, sem pressa, procuramos conhecer.
sábado, 6 de junho de 2009
Pequenez
Em gestos simples, distraídos, os dedos procuram uma resposta, uma palavra que explique porque é que uma flor pode ser tão bonita!
Não sei a resposta, mas também fico perplexo, parado, à procura!...
(contudo, não sei se quero saber a resposta... prefiro continuar a procurá-la).
sábado, 2 de maio de 2009
Arquitectura ou Engenharia - eis a questão

É fascinante! Estava a olhar para a máquina fotográfica quando vi o que o João tinha feito - eu fiz a base, até às peças vermelhas, e quando olhei de novo vejo esta notável construção.
(É difícil não ficar orgulhoso e maravilhado!...)
P.S.: o que quer que venhas a ser, João, sê sempre curioso e apaixonado!...
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